"Então eu tô lá no meu quarto, trancado, né? Fazendo o que qualquer garoto de 16 anos faz quando descobre que o Wi-Fi funciona no banheiro também. E justo no meio da operação... BUM! A porta abre. Minha mãe entra. Sem bater! E o pior? Ela não grita. Ela suspira. Aquele suspiro que só mãe judia sabe dar. O tipo de suspiro que carrega três gerações de culpa.
— ‘Ai meu Deus, Gabriel... com essa mão você vai dar comida pra sua esposa um dia?’E aí ela fecha a porta e diz:
— ‘Quando terminar, vem comer. Fiz brisket. E lava bem essa mão!’"
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