I
No vento que cruza o mar colonial,
um grito ecoou, mas não é final.
Entre dores que o tempo não apaga,
o amor tece luz na sombra que estraga.
II
Refugiado, ser de chão e céu,
no abismo cultual és só véu.
Mas tua alma, compassiva e urgente,
rompe fronteiras—transborda, semente.
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*Notas:*
**Rima:** Utilizei rimas alternadas (ABAB) em cada estrofe para criar musicalidade.
**Imagens:** "vento colonial", "sombra que estraga", "ser de chão e céu" evocam o tema proposto.
**Conclusão:** A metáfora da "semente" no final sugere resistência e renascimento, alinhada ao tom compassivo.
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