quarta-feira, 14 de maio de 2025

Entre Abismos e Estrelas


I  

No vento que cruza o mar colonial,  

um grito ecoou, mas não é final.  

Entre dores que o tempo não apaga,  

o amor tece luz na sombra que estraga.  


II  

Refugiado, ser de chão e céu,  

no abismo cultual és só véu.  

Mas tua alma, compassiva e urgente,  

rompe fronteiras—transborda, semente.  


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*Notas:*  

**Rima:** Utilizei rimas alternadas (ABAB) em cada estrofe para criar musicalidade.  

**Imagens:** "vento colonial", "sombra que estraga", "ser de chão e céu" evocam o tema proposto.  

**Conclusão:** A metáfora da "semente" no final sugere resistência e renascimento, alinhada ao tom compassivo.  


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