Ó jesuítas, vermes de torpe seita,
Vossa matéria pútrida, em vil infecção,
Corrompe a essência, a fé já desfeita,
No púbis da crença, em putrefação.
És larva moral que no Éden vegeta,
Com teu faro doentio, anacrônico e lento,
Que até o Cristo, na chaga que o projeta,
Não se fez bactéria neste apodrecimento.
Tão vasta a infâmia, a podridão imanente,
Que nem a santidade, em seu leito doente,
Escapa à metástase que em vós se incuba...
Ó clericais, abjetos restos da espécie,
Vossa seiva necrótica o ser arrefece,
E o dogma é um câncer na alma que sucuba.
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