quarta-feira, 31 de dezembro de 2025

Clero do Charco


Ó jesuítas, vermes de torpe seita, 

Vossa matéria pútrida, em vil infecção, 

Corrompe a essência, a fé já desfeita, 

No púbis da crença, em putrefação.

És larva moral que no Éden vegeta, 

Com teu faro doentio, anacrônico e lento, 

Que até o Cristo, na chaga que o projeta,

 Não se fez bactéria neste apodrecimento.

Tão vasta a infâmia, a podridão imanente, 

Que nem a santidade, em seu leito doente, 

Escapa à metástase que em vós se incuba...

Ó clericais, abjetos restos da espécie, 

Vossa seiva necrótica o ser arrefece,

 E o dogma é um câncer na alma que sucuba.

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