terça-feira, 25 de agosto de 2015

surrealisrael


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se o seu sorriso
é uma torá completa
então o meu amor por ti
é uma lei 
antiga dos

cinco livros
de moshé

amada,
os teus olhos
são tão belos
quanto a Cidade
Santa

o talit do amor
nos cobre
enquanto
nossa oração
chega até 
as narinas do
E'terno

clamemos por
outro luar belo
clamemos por
outro dia feliz
cantemos

para a paz
messiânica

abrigar o nosso
amor com as asas
do Deus E'terno!

Resultado de imagem para fundo azul e branco
(foto: ilustrativa)

Fábula de um ourives


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Na tranquilidade da manhã
me arde um poema
que eu componho
cheio de sal marinho
e casca dura de madeira...
Às vezes o tal é cheio
de espinhos, dura aflição
de se existir sozinho,
e às vezes muda-se em
flor sinistra, cheiro de
cascata e de rocha marinha.
Me invade o poema
como uma necessidade biológica.
Me salta por dentro
como um golfinho
como uma estrela azulada
explodindo no infinito.
E seu significado
enfim se contempla e
se completa: eis o
trabalho do ourives
poeta!

(foto: ilustrativa)

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

no luar sem lua...

No luar sem lua de tua boca, no olhar marinho dos teus olhos azulados, no teu ser puro e amoroso, como um estrela, como uma galaxia amorosa, o teu ser aquece de luz o negro cosmo. Componho-te versos, sonhos, tristezas... É tudo simples, tudo óbvio... Mais os teus olhos azulados, marinhos e brancos como o dia frio, habita a canção que faço, saudoso dos teus abraços gélidos e frios...

o último poema tropical

Na navalha pura do teu rosto, no silêncio noturna de tua voz pura, o luar sem fim descansou, zombando de mim. Ai amor, nem tudo é uma fruta caída no chão... Às vezes, na chaminé ardente dos meus versos, sombras intranquilas habitam, zombadoras do meu delírio. Amor, companheira do sol e das usinas, onde estão os teus beijos de madeira para alegrar a minha noite sem fogueira? Teus beijos, tua pura luz, teu olhar de estrela, somente você, amada minha, é minha luz... Minha vida inteira!

a síntese do amor

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 o amor esse
 belo fruto:
 quando de dia 
claro 
quando de noite 
escuro!
 *

do fundo do meu peito


Do fundo do meu peito, do coração profundo, nas iluminadas mensagens, nos rios transbordantes de angelical sofrimento,
tua face colore o ar, habitando o vento e a tristeza...
Como seria esquecer o teu sorriso? Não posso imaginar os sofrimentos dos oceanos delirantes... Por isso imagino a noite se findando em um sonho , e sua voz cantando: eu te amo! Eu te amo!

conseguir algo

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é natural que o poema o poema é natural q o poema u poema é natural é o poema ser o poema é tão natural ele o poema ela o pomar nós dois o poema é natural ilha o planeta os mares os deuses os olhos os ares olhares do poema dizendo o revelando a imaginando o dia a noite a is trela brancazulamarelada de luz e poesia anti a poesia si poesia quero é natural é miss mundi al o mundi já dizia vão todos para a poesia e eu ria e ela me dizia: sic transit glotia mundi! Pois é poesia...
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