Chega! Que medo de tumbas.
Eu, que sei tanto da morte e
Choro a tristeza de todos que
Morrem sem ressuscitarem no futuro...
Sou um poeta, por isso tanto
Levo nesse pesar as estrelas
Dos signos insignificantes da vida.
E pergunto-me sem saber: o que é amar?
Deixa-me escrever nas tumbas,
o desejo de ser enterrado em terra virgem.
Quem me dera morrer feliz!
Ah, olha esses bebados caidos,
E sinto no viver o que sinto:
Que a vida é um acaso infeliz!
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