Na face pálida e silenciosa, um olhar de angústia veemente,
Revelava um sofrimento profundo, indizível e dilacerante.
Dificuldades e ansiedades iminentes, na indiferença permanente,
Mostravam tormentos antigos, sofrimentos penetrantes.
Era como se a alma gritasse, em silêncio doente,
Por ruptura, por salvação, por um fim redentor e triunfante.
Mas o sofrimento era um mistério, um enigma insolente,
Que pairava sobre a existência, como sombra constante.
Nas sombras da noite escura, o sofrimento era presente,
Como um leão voraz à espreita, pronto para atacar a todo instante.
Mas a esperança brilhava, como uma estrela reluzente,
Prometendo um resgate divino, um chamado restaurante.
E assim, no drama da vida, o sofrimento era o prelúdio vibrante,
Para a chegada da redenção, da graça salvífica e restaurante.
Que em meio ao caos e à dor, revela-se o plano elegante,
Do Criador amoroso, que transforma em luz radiante.
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