sábado, 22 de fevereiro de 2025

Na face pálida e silenciosa

 Na face pálida e silenciosa, um olhar de angústia veemente,

Revelava um sofrimento profundo, indizível e dilacerante.


Dificuldades e ansiedades iminentes, na indiferença permanente,

Mostravam tormentos antigos, sofrimentos penetrantes.

Era como se a alma gritasse, em silêncio doente,

Por ruptura, por salvação, por um fim redentor e triunfante.

Mas o sofrimento era um mistério, um enigma insolente,

Que pairava sobre a existência, como sombra constante.

Nas sombras da noite escura, o sofrimento era presente,


Como um leão voraz à espreita, pronto para atacar a todo instante.

Mas a esperança brilhava, como uma estrela reluzente,

Prometendo um resgate divino, um chamado restaurante.

E assim, no drama da vida, o sofrimento era o prelúdio vibrante,

Para a chegada da redenção, da graça salvífica e restaurante.

Que em meio ao caos e à dor, revela-se o plano elegante,

Do Criador amoroso, que transforma em luz radiante.

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