© Gabriel de Ataide Lima. Todos os direitos reservados.
Quando o porto desaparece, o sono também se vai...
O viajante do tempo
ouviu o eco da solidão.
O que era aquilo na janela?
O poema foi recitado e o sono se foi.
Então despertou como uma quimera.
Propôs enigmas. E se foi…
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