Entre os anos e a passagem do tempo, a palavra que deveria dar vida a esta antiga lenda saxônica se desfaz em uma metáfora vazia. Quem chora? Quem chora? Abram os portões, é o saxão barbudo Beowulf, buscando a espada, o círculo do mundo em versos, contemplando o belo dragão com adagas femininas e sensuais. Mundo vasto de gritos, veja apenas a noite tardia de suspiros e uma faca no orgulho de todos os dilemas.
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