quarta-feira, 19 de fevereiro de 2025

mosteiro

 E em uma terra de sabedoria sem fim,

Onde a luz da sabedoria sempre se derrama,

Vivia uma alma, um nome sussurrado,

De Pessoa, ninguém conhece igual.


Nenhuma esposa, nem marido enfeitou seu lado,

Uma natureza estranha, todos eles sugeriram,

Mas nenhum sinal, nenhuma prova foi encontrada,

Para verbalizar o que cerca sob a noite.


Um quase conto, um vislumbre interior,

Retratado por caneta, com palavras semelhantes.

Agora em Portugal, um novo amanhecer surge,

Desvendando mistérios, também profundos.


Então preste atenção a estas palavras, a este verso rimado,

E maravilha do homem diverso,

Cujo amor, um enigma, envolto em verdade,

Nas sombras profundas, onde os segredos fermentam.

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