Exibimos ao mundo a fachada
do sol,
ouro gasto em ritos de aparência,
enquanto o peito guarda,
em silêncio,
o interior da lua e sua herança.
Não há luz que não esconda
uma sombra, nem brilho que
apague a carência
de sermos, ao mesmo tempo,
o dia que queima e a noite
que alcança.
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