© Gabriel de Ataide Lima. Todos os direitos reservados.
O Poema de Gesso
Vou escrever versos banais
e jogá-los fora
em teus olhos brancos.
Cavalos de vento
bebem a sombra
de uma lua estéril.
O papel queima
no gume frio
de um punhal de vidro.
Ninguém me escuta
nas esquinas mortas
da tua indiferença.
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