quarta-feira, 25 de março de 2026

O Redil de Tinta

 O Redil de Tinta

Ninguém escreve fora da vida,

nem o vento, nem a mão.

Mas a morte — touro forte —

pasta em nosso coração.


Rodeia sempre o cercado,

com chifres de lua fria;

bebe a água do ditado

e a luz da agonia.


Bokinha recita: 

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