Aceitamos o destino que circula e tece
a nossa própria história,
Pois não somos, e jamais seremos,
serafins congelados na moldura
do eterno tempo.
A nossa glória reside no erro,
no barro que molda
a nossa precária
memória,
Enquanto buscamos, no calor do mundo,
o rastro do que é humano e moderno.
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