quarta-feira, 4 de março de 2026

O Ritual sob a Lua de Zinco

 


A lua sobre o quintal de Kenzaburo não era apenas um astro; era um olho de prata, gordo e clínico, que transformava o lodo das telhas em seda. Sentado ao degrau, ele fumava um cigarro que parecia arder em câmara lenta. Foi quando a coreografia começou.

Dois vultos emergiu das frestas do ralo, não como insetos, mas como pequenos cavaleiros de armadura de verniz. Eram duas baratas imensas, cujas antenas, longas como chicotes de seda, desenhavam no ar geometrias sagradas. Elas se acoplaram em um frenesi mecânico, um encaixe de engrenagens biológicas que emitia um som quase inaudível — um clique, clique, clique, como se o próprio tempo estivesse sendo mastigado.

Kenzaburo sentiu um calor antigo, uma febre que não vinha do sangue, mas da memória. O quintal se dissolveu. No lugar do muro chapiscado, surgiu o pasto de sua juventude, onde um cavalo baio exibia seu membro como um cetro de carne negra e absoluta. Naquela época, o jovem Kenzaburo imaginara uma liturgia: uma mulher de lábios colossais, oferecendo-se àquele animal como quem se oferece a um deus pagão, em busca de um êxtase que as leis dos homens não podiam explicar.

O prazer, ele compreendeu agora, não era um pecado; era uma gramática secreta que poucos sabiam ler.

Enquanto as baratas dançavam sua valsa visceral, a realidade de Kenzaburo sofreu uma dobra. Ele não era mais o observador. Em sua mente, ele se via transfigurado: não mais homem, mas uma criatura de entrega. Viu-se de quatro sobre a terra úmida, oferecendo sua própria pele ao peso daquele cavalo ancestral, sentindo o impacto da natureza bruta transformando sua dor em uma espécie de santidade profana.

O orgasmo veio como um trovão silencioso, uma descarga que pareceu alinhar as estrelas por um breve segundo. As baratas, terminada a função, separaram-se com uma reverência e sumiram nas sombras, levando consigo o segredo do universo. Kenzaburo permaneceu imóvel, um profeta solitário de cuecas, enquanto a noite — cúmplice e muda — fechava as cortinas de seu espetáculo particular.

O Espetáculo da Noite



A lua banhava o quintal de Kenzaburo com uma luz prateada, quase líquida. Ele estava sentado no degrau da cozinha, fumando um cigarro que já cheirava a cinza, quando viu. Dois vultos se moviam entre as sombras, ritmados, quase dançando. Eram baratas—grandes, lustrosas, antenas tremulantes—entrelaçadas em um acoplamento frenético.   Kenzaburo não desviou o olhar. Pelo contrário: sentiu um calor subir por sua barriga, um peso familiar entre as pernas. Lembrou-se então de um desejo antigo, reprimido, que surgira numa tarde abafada de adolescência, quando vira um cavalo no pasto, seu membro imponente pendendo como um bastão de comando. Na época, imaginara uma mulher de lábios carnudos ajoelhada, sugando aquela massa rija com devoção, os olhos lacrimejantes de êxtase.  

Agora, diante daquela cena grotesca e bela—as baratas, unidas—a ideia voltou com força. Não era nojo que sentia, mas fascínio. É natural, pensou, a mão deslizando pela calça. O sexo é sagrado para a reprodução, mas o prazer... o prazer é outra liturgia.  

Antes do orgasmo, sua mente delirante o levou além: imaginou-se de quatro, as nádegas oferecidas ao mesmo cavalo da memória, a dor e o ardor transformados em algo divino. As baratas terminaram seu ritual e sumiram nas sombras. Kenzaburo ficou lá, ofegante, olhando para o vazio, enquanto a noite engolia seu segredo.  

Limites da Vadia



O barulho do cinto de couro sendo deslizado pela mão dela já me deixava molhada antes mesmo do primeiro impacto.  
— Acho que você sabe como provocar dor na putinha... — Michelle sussurrou, passando a ponta do cinto na minha nuca, antes de puxar meu cabelo com força. — Do jeito que eu gosto...   O primeiro tapa veio com um estalo seco, e eu soltei um gemido rouco, sentindo minha buceta pulsar de imediato. Antes que eu pudesse me recompor, mais três, rápidos e precisos, deixaram minha pele ardendo.  
— Fica aí... — ela ordenou, empurrando meu rosto contra o sofá quando tentei me levantar. — Sua puta tarada... Acho que você tá precisando de alguma coisa mais forte...  
A ponta do cinto deslizou entre minhas coxas, pressionando minha boceta já encharcada. Eu arqueei as costas, implorando sem palavras. Michelle riu baixo, e então senti algo muito mais duro roçando nos meus lábios — o cabo da raquete de tênis que ela adorava usar quando queria me ver gemendo de verdade.  
— Vamos testar os limites da vadia. — Ela cuspiu as palavras enquanto enfiava o cabo em mim de uma vez, sem aviso.  
Eu gritei, mas meu corpo traiu qualquer resistência, controlando-se sozinho, empurrando contra a penetração.  
— Já que quer meu pau... — Michelle puxou o cabo quase totalmente para fora, só para enfiar de novo, mais fundo. — Vai ter que ser minha escrava... Sua vagabunda!  
Eu estava perdida, falando coisas que nem reconhecia como minhas entre gemos:  
— Enfia... sua safada... mete esse pauzão... me fode... tô louca de tesão... quero gozar... nessa pica grossa!  
Michelle acelerou o ritmo, e eu sabia que, quando ela finalmente me deixasse cair no colchão, eu ainda estaria tremendo, com as pernas abertas, esperando pelo próximo comando.  
Afinal, escravas não pedem descanso.  

O Encontro no Motel


Desejo de travesti. Mulheres maravilhosas, tudo no lugar, carne rica. No caminho, a morena grandota de short curto. Parecia mulher, dessas de verdade. Tomei coragem:

— Sobe?


No quarto do motel, o desmonte. Ela tirou a roupa e eu estremeci. Flácida, já era um espanto. Um colosso.

— Sim, bebê. Vai mamar muito.


Fiquei gelado. Olhei o instrumento, olhei o destino:

— Alguém aguenta isso no buraquinho?

— Tem quem aguente. E você vai comer dobrado.


O banho dela. O retorno. O pau já endurecido, uma viga, batendo no meu rosto. Tentei recuar, o medo no gogó. Ela, implacável:

— Deixa de frescura. Mama logo que eu sei que você quer.


Enfiou na boca. Começou a foder. Aquilo crescia, bicho selvagem, proporções de animal.

— De quatro. Vou te deixar louco.


Língua no ralo, língua no mel. Desfaleci. Eu era um boneco nas mãos dela.

— Não cabe — eu disse, a voz sumindo.

— Teu rabo é estreito, bebê. Só vou brincar na porta.


Passou a cabeça. Aperto, gemido, o estouro. Entrou. Dor de faca, mas ela nem viu. Deitou nas minhas costas, o hálito no ouvido:

— Rabinho rico. Vou te comer todo.


E empurrou o resto. Mistura de suplício e gozo. Ela de olhos virados, o bombear lento. Tirava tudo, botava tudo. Eu chorava de dor, ela de prazer:

— Toma pica, toma sabroso.


Me comeu em todas as posses. De quatro, de lado, de alma aberta. Bombeou até eu jorrar sem um toque na polpa. Nunca fui tão bem comido.


Agora, o silêncio do quarto. O vazio. Fica a saudade e o medo. Não volto. Não tenho peito para enfrentar aquela pica de novo: grande, cabeçuda, grossa.

...cuento

 2

"Me desperté con muchísimas ganas de ver a algunas travestis porque son realmente lindas, mujeres maravillosas, con todo en su lugar y particularmente ricas. Entonces, pasando por ahí, vi a una morena grandota con un short corto; no parecía travesti. Me armé de valor y le pedí que subiera. Fuimos a un motel y ella enseguida se empezó a quitar la ropa. Cuando vi aquello, me estremecí; aun estando flácido, ya era gigante. Le dije todo eso y ella me respondió: 'sí, bebé, vas a mamar mucho de esto'. Me quedé helado y pregunté: '¿hay alguien que aguante eso en el culito?', y ella: 'sí, hay, y tú también te lo vas a comer doblado'. Me quedé helado otra vez.

Ella se fue a duchar, después vino y, con el palo ya endureciéndose, me lo puso en la boca. Yo quise rechazarlo y ella me dijo: 'deja de hacerte el difícil y mama de una vez, que yo sé que quieres'. Me lo puso en la boca y empezó a follar. Aquello fue creciendo, ganando proporciones animalescas. Entonces ella dijo: 'ponte en cuatro que te voy a volver loco'. Metió la lengua, me chupó el culito, me desvanecí y quedé en sus manos. Dije: 'no va a caber', y ella respondió: 'tu culito es muy pequeño de verdad, solo voy a jugar en la entrada'. Empezó a pasar la cabeza, fue apretando y gimiendo; de repente, la cabeza pasó. Me dolió demasiado, pero a ella no le importó; se acostó sobre mi espalda y dijo: 'bebé, culito rico, te voy a comer mucho', y terminó de meter el resto.

Una mezcla de dolor y placer se fue apoderando de mí. Ella ponía los ojos en blanco de placer y me la metía despacio; la sacaba toda y la volvía a meter. Bombeaba y bombeaba, y yo lloraba de dolor mientras ella decía: 'es demasiado rico tu culito, toma pija, toma sabroso'. Me comió en todas las posiciones posibles; hasta me puso en cuatro y me comió como se debe comer un culito. Bombeó hasta que me corrí sin tocarme la polla. Nunca me habían comido tan bien... después solo quedó la nostalgia, porque no voy a tener el valor de enfrentar de nuevo una pija como esa: grande, cabezona y gruesa."

EL DÍA...

 

EL DÍA QUE QUEDÉ COMPLETAMENTE ABIERTA

Hola, mis queridas amistades, aquí estoy de nuevo para relatarles un poco más de mí. Yo soy Pamela, travesti, 25 años, blanca, soltera y con un carajo de unos 25 cm siempre activo cuando hace falta. Soy un ser humano igual a ustedes y, con una diferencia de muchos que leen aquí, soy activa y también pasiva; por eso tengo mis días en los que deseo ser una hembra y que me follen mucho el culo.

Uno de estos días de la semana pasada, me desperté con una calentura tremenda, mi carajo duro saliéndose de la braga y sentí unas ganas tremendas de ser enculada. Eran apenas las 7:00 de la mañana y no sabía a cuál de mis amigas recurrir a esa hora; seguramente todas dormían y yo necesitaba mucho sentir un carajo dentro de mi culo, de lo contrario me volvería loca.

Me vino a la cabeza mi vecino Jair, un joven de unos 19 años, blanco; no tenía un cuerpo aventajado y su carajo debía ser pequeño, pero como dicen, a falta de pan, buenas son tortas, y él ya me había tirado varios lances. Él ya me había dado su número de teléfono varias veces, lo busqué, lo encontré y lo llamé. Jair, al saber que era yo al teléfono, se quedó hasta sin voz; le pedí que se calmara y viniera a mi casa si no le molestaba. Vino de inmediato y abrí la puerta totalmente desnuda, le tiré la llave para que abriera el portón y me fui a mi cuarto a esperarlo.

Jair entró, vino al cuarto y le pregunté si quería follarme el culo. Yo desnuda en la cama, él se quitó toda la ropa y vino cariñosamente a acariciarme las nalgas; fue pasando saliva y comenzó a penetrarme con su verga de tamaño medio. Él metía con ganas, pero yo no conseguía sentir mucho placer; aun así, dejé que me diera tranquilo en el culo y se corriera dentro de mí. Me agradecía tanto que hasta me dio vergüenza, pero mi fuego e intensidad no se pasaron. Él se vistió y se fue a su casa, y yo me quedé allí con el culo palpitando, loca por ser follada de verdad.

Creo que alguien que está leyendo sabe lo que es sentir el deseo de entregarse rico a un hombre de carajo grande, grueso, algo que me saca de quicio. Me acordé de mi amiga transexual que también tiene un carajo grande y que debía ser rico tenerlo dentro de mí. Llamé a Ligia y le expliqué lo que me pasaba; de inmediato me dijo que vendría a mi casa y traería a una amiga, colega nuestra, porque si ella no daba abasto, nuestra amiga seguramente lo haría.

Ligia, negra rica, con un carajo grande de unos 23 cm o más, trajo a nuestra amiga Renata, negra, linda; yo no conocía su "dote" y ella ni se quitó la ropa para mostrármelo, me dijo que sería una sorpresa para mí. Ligia se fue quitando toda la ropa y vi su carajo negro de cabeza brillante; se lo mamé un poquito y Ligia el mío. Me quedé de pie, solo encorvando un poco el cuerpo; Ligia lubricó bien mi culo e hizo lo mismo con su carajo y me folló ahí mismo. Qué delicia aquel carajo negro de mi amiga, entrando y saliendo de mi culo, haciéndolo vibrar de deseo. Nuestra amiga Renata ni se quedó en el cuarto para ver a Ligia follarme. Yo gemía y gritaba con su carajo dentro de mí; me sentía una perfecta hembra siendo enculada y me corrí rico mientras Ligia terminaba dentro de mi culo.

Descansamos un poco y Ligia me preguntó si mi fuego se había apagado; le respondí que un poco, pero que faltaba algo más que no sabía exactamente qué era. Ligia llamó a Renata y le dijo que yo era toda suya. Renata se quitó la ropa y vi un tremendo carajo, grande y muy grueso como nunca había visto antes. Sonreí y dije que aquello no entraría dentro de mí jamás; por más que ya me hubieran dado por el culo, aquello me iba a reventar. Renata dijo que me la iba a meter toda y que me haría llorar en su carajo. Pidió poner un paño en el suelo y que me pusiera en cuatro, que era ahí donde me iba a desollar.

Ella ni lubricó mi culo; la lubricación que había era de la leche de Ligia que se había corrido en mí. Apoyó su carajo monstruoso en la entrada de mi culo y fue empujando; yo sentía un dolor fuera de lo normal y grité mucho, pero de nada sirvió. Sentí cuando entró su enorme cabeza y vi las estrellas; poco a poco fue metiéndola con sus movimientos y yo moviendo mucho las caderas para facilitar la penetración. Aun así, seguía sintiendo dolor con sus movimientos de carajo entrando. Renata me dio un cachetazo en la nalga y dijo que eso era lo que yo necesitaba, me llamó vagabunda, su putita, y hundió su enorme carajo dentro de mí.

Me corrí sin tocar mi carajo, tal era mi excitación; ahora ya me movía en su carajo como una perra y lanzaba todo mi cuerpo contra el suyo para sentir su carajo completo dentro de mí. Sentía tanto deseo que empecé a tocar mi carajo, que no se ablandaba, y me corrí una vez más. Renata me sujetó firme por la cintura y se corrió toda dentro de mi culo. Cuando sacó su carajo de mi interior, Ligia tomó un espejo y lo puso detrás de mis nalgas; vi mi culo muy abierto. Sin duda ya no quedaba ni un pliegue; ahora estaba completamente abierta ("arrombada"), pero satisfecha y realizada, por supuesto.

Limites


O cinto sibilou no ar. Couro no lombo. Michelle puxou meu cabelo, a nuca estalando.

— Gosta de apanhar, cadela?

O primeiro golpe foi seco. A carne ardeu, o sexo pulsou. Outros três, rápidos, no centro do alvo. Tentei levantar, ela me esmagou contra o sofá.

— Fica quieta, tarada. Vou te dar o que você quer.


O cabo da raquete de tênis entrou sem aviso. Frio e duro. Gritei, mas o corpo traiu a voz, empurrando contra a fibra.

— Quer meu pau? Vai ser minha escrava.


Ela socava o cabo, fundo, o ritmo da metralhadora. Eu já não era eu. Era um bicho gemendo obscenidades, pedindo a pica, implorando o gozo. Michelle acelerou. O mundo virou suor e impacto.


No fim, fiquei lá. Pernas abertas, tremendo no colchão. Escrava não pede descanso. Escrava espera o próximo comando.