Ninguém viu a rosa, ninguém feito de terra, barro ou lama,
pois o céu pairava de forma esbelta entre o baobá e os
dias inabaláveis que floresceriam em tempos remotos.
© Gabriel de Ataide Lima. Todos os direitos reservados.
Ninguém viu a rosa, ninguém feito de terra, barro ou lama,
pois o céu pairava de forma esbelta entre o baobá e os
dias inabaláveis que floresceriam em tempos remotos.
Numa colina há um nome,
e nesse nome reside
outro nome que eu invoco.
Se eu sou o sonho, ele é a verdade. Ouvi dizer que na água as colinas se refletem na luz da primavera num brilho triste.
quem ou o que
qual o nome do
paraíso daquele
corpo:?
femea ou noite
estrela ou valsa
ninguém sabe
apenas uma
coisa misteriosa
segue
o ritmo.