De azul, ela inaugura o altar dos sentidos,
exibindo os belos seios de maracujá, ácidos e plenos.
O sumo da vida escorre pela história da linhagem,
onde o desejo não é pressa, mas uma lenta herança.
Ela e ele, dois pardais belos na clausura do quarto,
debatem-se contra as grades de uma paixão ancestral.
No banquete do corpo, o sagrado e o profano se fundem,
até que o grito da carne se torne o único testamento.
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