Sob o véu da lua, entre folhas e sombras,
teu corpo negro brincava com o vento.
Um rio de prata escorreu no silêncio,
e teu desejo, rude e doce, fez-se convite.
Tua mão guiou a minha, suave e firme,
até que os lábios encontraram teu fogo.
Branco espasmo, espesso e quente,
flor do café regada com nosso segredo.
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