A "bela travesti" revela-se: uma estrutura de uma anatomia peculiarmente "disruptiva". Os seios, de uma dureza particular, e de um tom que lembra a "obsidiana polida", são um arranjo que desvia da norma — um fenômeno, não uma anomalia.
Na "área de observação", o quintal apresenta a súbita aparição de pavões. Eles exibem o "espectro de suas caudas" com uma ostentação que não pede permissão; um esplendor que se manifesta, sem rubor, em um ambiente usualmente modesto.
Esta "composição rara" de formas e cores sugere uma "capacidade de redesenho": o corpo, como o pássaro, altera seu padrão. Não há "objeção taxonômica" a tal arranjo; apenas a observação de que o belo surge em formas que o manual não previu.
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