Raul descobriu o mar do
meu corpo em baixo de uma beliche.
E ali, me mamando, me mamando
como se o juízo final tivesse chegado
ele simplesmente engoliu minha porra,
toda, inteira.
Raul era um deus grego, branco, novinho.
Por onde andas, meu querido Raul,
onde está teu corpo nu que já não mais vejo...
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