Amores! No silêncio e na distância,
Seu nome é Luiza Bittencourt, a aurora
Que desabrocha em carne, alma e ânsia,
Nesta curva de estrada onde o tempo chora.
Linda trans, de olhar profundo,
Rabuda com o rabetão de fogo e brasa,
Vinte e sete anos de um imenso mundo,
Morena bem cavala que a terra abrasa!
Um rostinho meigo de anjo enternecido,
E o corpo de uma mulher toda completa,
O mulherão ideal, o sumo e o sentido
Para os homens de bom gosto, em rota reta.
Ativa e passiva, num dote delicioso,
TraZ a experiência ao novato que caminha,
Na noite longa, mansa e de repouso,
Onde a carne canta a sua luz sozinha!
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