terça-feira, 22 de setembro de 2026

No vazio de todas as coisas

 No vazio de todas as coisas

o vento se move feito um cavalo.

Longe, bem longe, suspiro as

lembranças que me apagam.


A casa está silênciosa, o mar

barulhento das pessoas me abandonaram o peito.

ENTRELAÇADO no meu coração

eis o aço do sofrimento.


Sofro do que... Chega!

O poeta não tem fim!

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