Navalha ou
Navalha ou vinho
a sombravinho
a sombra
A esperança alcança o céu estrelado.
Ela pode permanecer "aprisionada".
Os seres humanos anseiam por nada menos que Deus.
Sentimentos, libertem-me da inquietação. Estou cansado de gritar em silêncio… Sou um homem ferido, cheio de saudade, mas sem amor.
De repente
A respiração o fôlego
uma de suas cartas sobreviventes sobreviventes uma de suas carta
uma de suas cartas sobreviventes
explorar
introspectivo introspectiva hermética face :
rosto fechado !
uma "curva reta"
sobre o tema da sexualidade
estudo do tema
cadeia de jornais
conhecimento
na sua cama eu
me deito nu
na cama branca
dos meus sonhos
em você
no seu corpo
no seu corpo
no seu corpo
in your bed I
lie down naked
in the white
bed of
my dreams
in you
in your body
in your body
in your body
Não no mundo físico.
— Essa "proximidade" intelectual — eles nunca se encontraram pessoalmente. —
A “Prova do Impossível”
O Holocausto foi
a personificação da possibilidade da
maldade humana.
A proclamação judaica do Messias
Salvação cristã
A aposta marxista na salvação da humanidade
dictum
leite Negro
nós te bebemos
à
meia noite
atravessas
a consciência
perante a tensão trágica o gozo
versos
a escuridão
a palavra amor
vazio do verão
[a flor.
Arcos Astrais
magnificamente
geométrico -
austero
monumento
budismo
urubu ominoso
sobre minha
sorte pousado
a quem as estrelas
brancas
explodiram na
boca
para falar
todo o meu
coração de
óvulo infecundo
dos versos que
eu faço no mundo.
O sol
brincava em seu corpo
na noite fria
o vento passou
Beijei sua bunda
Agarrei suas nádegas firmes
O desejo é branco, não é?
2
A lua
dois seios pontiagudos
o mar
duas nádegas abertas.
Até o dia
esquecer seu nome
Névoa
pequenas raízes
e o oceano submerso
a nevasca esquecerá sua voz
Seios ou nádegas.
Padrões pontilhados.
Orifícios estrategicamente
posicionados cobertos
com falos.
Fábricas de versos
ocultos em si mesmos,
uma mensagem clara e pura,
uma miragem do alvorecer
futuro da
antiga promessa.
Ensaio sobre a vida marítima
Já se foram os beijos
de outrora, os vinhos do mar.
loucas pelo amor do oriente e das orientais ele vai com olhos férteis o menino negro nu de silêncio do avesso dos seios das prostitutas belas que ele não quis compartilhar comigo eu mesmo nu me barbeio com o espelho e me corto com os seios das travestis e então o trem do cotidiano me atravessa a alma e eu morro de tanta vida e de tanta morre pela cabeça do sexo astral.
bucetinha
- oque quer falar comigo
nessa tarde
se esse silêncio é um
belo cuzinho aberto
de cera e mel?
você é
uma anja,
mas, cortaram,
cortaram, suas asas,
onde está seus beijos
de mel
framboesa
ou cu?
[doce amargura doce
o drama atual
intensamente
comprimido
o amor ainda fala
objetos
silêncio :
obscura poesia
fala
solidão acompanhada
lá fora
todos os dias
nesse luar
prateado
esperança?
palpitante
ela purifica assim.
as africanas
vinho negro
da flor
do sol
maravilhado
de formosuras
a flor
a boca aberta
escura
como flor
revestida.
eterno
suas negras
sedas
escura ela
bela sonha.
tropas
eterno translúcido
o corpo à corpo
das palavras.
jóias
uma deusa
deve sê-las.
bastão
cheiro do céu
no teu corpo
de neve
na cama de
jornal
velho.
sobre isto
ela pede
chupe o meu cu
liras de maiakóvsky
em torno da pedra
colhi do chão
aquela nobreza
o colar
o choupo
agarrou as
profundezas