Sob a máscara de gesso da lua,
os atos obscenos da noite se vestem de rito,
Onde o suor das sombras
escorre, sagrado e mudo, como
o pranto de um totem antigo.
Nos atos teatrais escondidos entre
o mangue e a savana de asfalto,
Teu corpo encena o drama da carne
que, em silêncio, grita o nome da liberdade.
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