sexta-feira, 27 de março de 2026

Nas dobras do orvalho

 Nas dobras do orvalho, onde o espírito 

dos velhos reis ainda respira,

Das doces manhãs amanheceu um verso, claro 

como a água do Panorama.


É o canto do pássaro-profeta que anuncia 

a colheita da palavra,

Um poema de luz branca brotando da terra

 vermelha que nos sustenta.




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