Nas navalhas do teu corpo negro, sou esse sol poente
Nas navalhas do teu corpo negro, sou esse sol poente,
Onde a tua luz vermelha brilha intensamente,
Como um fogo que arde no horizonte distante,
Iluminando a minha alma com o teu brilho radiante.
A tua pele, escura como a noite profunda,
É como uma tela onde a minha paixão se inunda,
E os teus cabelos, cor de fogo e sangue,
São como labaredas que me devoram, me consumam.
Em ti, encontro a força da natureza,
A beleza que desafia a razão e a certeza,
Um mistério que me atrai e me fascina,
Como uma estrela que brilha no céu, divina.
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