segunda-feira, 28 de dezembro de 2015
domingo, 27 de dezembro de 2015
Balada da manhã em névoa
Então amanheceu os teus olhos
brancos como o dia branco.
E cheio de poesia iluminando
o ar da maça e das verdes ervas
o teu rosto percorreu o imenso
céu enegrecido.
Não houve luar que
pudesse estampar o te sorriso.
Não houve chama que pudesse
iluminar toda a luz que saltou
dos teus seios de mariposa.
Anotei correndo, apressado
como um fantasma em desespero
o teu nome diate das rochas
marinhas.
Amanheceu mesmo que a
noite não suspeitasse disso.
Amanheceu mesmo que o
vento passasse tão rápido
pelas taças dos pássaros
e dos suspiros. Simplesmente
amanheceu os teus olhos
brancos como o dia branco.
brancos como o dia branco.
E cheio de poesia iluminando
o ar da maça e das verdes ervas
o teu rosto percorreu o imenso
céu enegrecido.
Não houve luar que
pudesse estampar o te sorriso.
Não houve chama que pudesse
iluminar toda a luz que saltou
dos teus seios de mariposa.
Anotei correndo, apressado
como um fantasma em desespero
o teu nome diate das rochas
marinhas.
Amanheceu mesmo que a
noite não suspeitasse disso.
Amanheceu mesmo que o
vento passasse tão rápido
pelas taças dos pássaros
e dos suspiros. Simplesmente
amanheceu os teus olhos
brancos como o dia branco.
Lua, cretina lua
Sólo los poetas tontos cantan la blancura de la luna
provérbio espanhol antigo
provérbio espanhol antigo
Lua, cretina lua
que desliza
nua sobre
as folhas
vermelhas
que caem
na terra do
luar sonolento.
que desliza
nua sobre
as folhas
vermelhas
que caem
na terra do
luar sonolento.
Lua, cretina lua
que aparece
além do mar
que subjuga
os olhos
dos lobos
domésticos.
que aparece
além do mar
que subjuga
os olhos
dos lobos
domésticos.
Lua, cretina lua
que poeta não
te viu, espelho
cru e branco
cintilando aos
anjos?
que poeta não
te viu, espelho
cru e branco
cintilando aos
anjos?
Lua, cretina lua
que eu possa ver
as estrelas sem
delirar diante
de tua luz
que eu possa ver
as estrelas sem
delirar diante
de tua luz
de profundo
luar...
luar...
lo?ve
❤
vou amá-la
porque não sei (?)
eu queria ? saber
mesmo porque
de amá-la?
como um
pássaro azul?
ou uma palavra (?)
não sei não entendo
nada do que escrevo
mais mesmo assim
faço e martelo os
meus versos
e daí? quem
descobriu o amor?
e se quero falar
de flor? de flor
que se abre que
se desabrocha
solitária no
campo como
alguns poetas
fazem antes
de cantarem
em prantos
amei
amor o tempo todo
te amei
❤
two poems in English
I
let's you and me
my love,
see the sunset
is ending
in the dark
From the eyes
heavenly
from the day...
ii
wanted to be
as a moonlight
hidden
besides the
stellar dunes
and ending bitter
like a song
Latin
Venho do sul
Venho do sul
ao lado de árvores
cinzentas
percorri rios
rios sonolentos
perto de árvores
vermelhas
Venho do sul
do frio escapei
mais dormi perto
de árvores
negras
Venho do sul
fugido da luz do luar
alguém me esqueceu
tentei me encontrar
Venho do sul
perto do deserto
sou da luz verde
dos campos
abertos
Venho do sul
para nunca mais voltar
quero sumir no vapor
e eternamente
sonhar
Venho do sul
sem dizer adeus
vivendo perto dos
bosques que alguém
(eu mesmo)
[esqueceu
Um soneto surrealista
Óh olhos de sombras que voam
E me cercam, e me olham no
Meio da escuridão do dia
Luminoso se encerrando da janela.
Assim são os beijos que te dei
Nas varandas do oceano. E assim
Encerrei o arco-íris de uma só
Cor dentro da palavra amor.
Vou ir para nunca mais retornar.
Vou ficar apenas por alguns instantes
Infinitos. Serei o marinheiro
Que deixou as estrelas esperando.
Mais quero retornar chorando, só para
Ver de novo os teus olhos que tanto amo...
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