Aquilo não era ouro
mais como eu queria
um tesouro.
A lembrança de quem
tem muito a esperar:
esperar uma amar? Não. O buscar!
E aquilo não era ouro,
mais brilhava tanto
e com toda certeza
não era prata. Era uma
(digamos), garota de corpo
perfeito?
Não. Eu queria aquele
tesouro, porque o dia se acabou
e ela não voltou pro meu consolo e para os meus braços.
Queria fundir nela meus abraços
doces de apaixonado para sempre.
Não era ouro. Mais para mim ela era um tesouro.
A vida é aquilo Ritinha
A vida é isso João
A vida será assim Maria
não vá vender seu corpo não.
Hoje a felicidade brilha Ricardo
Amanha talvez chova José
Amanha é feriado Ana
Acho que eu não dei no pé, meu bom Zé.
A vida foi aquilo Joãozinho
O carro parou na lama Manuelzão
Aqui é Brasil meu Amado Jorge
Aqui não é Rio: mais já é Janeiro.
A vida foi o bom ritmo Chico, amigo.
A vida é o que leva pro bom beijo Aninha.
Paulinha escutou o barulho da chuvinha no telhado?
Não... eu não estava do seu lado.
Giovana quero saber english perfctamente.
Quero saber como dizer:
I love you, pro Yo que já foi embora.
A vida é tal coisa Raieny
A vida leva o perigo minha CasaPequena querida.
Amanha vive, amanha chora, amanha chove
amanha vai embora. É saber os limites perfeitos
Não é mesmo Gabriel?
Terá algum dia escutado sua alma, meu bom Danilo?
E você Samuel? Quantas mulheres terá no céu?
Mais Fernandinho não sabe o quanto o admiro.
O dinheiro é curto e a felicidade é muita. Mais pra que dinheiro
se ainda não é nem fevereiro? Já se passou Fevereiro?
Ando desinformado de tudo: da vida, das pessoas, dos amigos,
das estações, dos anos, das guerras, dos países, das notícias,
dos jornais, dos poetas (não, nunca, jamais).
Eu diria que a vida é isso, meu bom Michel: hoje ama o cavalo
amanha o devora.
Mas eu não saberia superar sua inteligência minha boa Gabriela.
Não terei uma invejinha sequer do seu sorriso de alegria meu caro
Jacaré?
Mais não... é a vida. É isso. Amanha foi e depois será.
O ontem já foi e o hoje já vai. E depois
quem vai me guiar meu pai?
Me movo me movo
vivo e não morto.
Levando a pluma do meu coração
assim como Neruda levou a Espanha.
Meu sangre de amor espamarrado
não é dor que eu tenho guardado.
Eu levo no meu rumo a alegria
mesmo que não pareça e que meu rosto
não deixe detalhes de minha paixão.
Me movo me movo
Vivo e não morto. De frente ao barco do seu coração
me toque furioso o seu beijo como um furacão
me elevando nessa paixão.
Frutos de mar ou frutos do amar
deixe-me te abraçar em um só soneto.
Deixa eu te beijar em um só momento.
Porque é chama. É um eterno posto de chama
que se encontra em minha alma: viva, eterna, e contente.
Mas e contigo que estou sorridente.
E me movo... Me movo
Vivo... Não morto!
De qualquer maneira
está chegando sexta-feira
eu preciso chamar a atenção
do seu coração. Me esbaldar em teu olhar
e te amar.
É motivo mais forte de minha vida
quando eu te vi sozinha. Legal,
imoral e perdida. Me esqueci de quem sou e de quem fui
quando te vi. Em teu olhar eu mesmo me perdi.
Me guarde em você em seu amor,
as suas frases e os meus erros de não te confessar
o meu amor.
É tão estranho justificar esse amor
que é forte, vivo e ideal. Acomodei meu coração
nas suas mãos: e foi o que eu precisei.
Busquei aquilo que as mágoas não me davam
e nunca aceitei o partir do seu amor.
Acompanho você
e eu não vou sofrer.
As vezes quem ganha
é quem entendeu o que é perder.
A vida não vai me fazer sofrer sem você:
Legal, imoral e perdida.
Depois daquilo que eu disse
meu coração não quer mais se esconder
eu não me escondo nas sombras
as nossas vidas vão se encontrar.
Você é meu contorno mais perfeito
o jesto mais perfeito vem contigo
e não aceito que você se vái. Eu te busco.
Alguém vai saber
que eu amo você.
Se é preciso perder
pra te ganhar
não vou me importar e vou te beijar
e te buscar até onde for
e te apanhar minha flor.
Se aproximar para chorar.
Mas é mais preferivel
olhar as ondas brincando
junto a praia.
O relógio e seu som repetido.
Não é isso o que sinto.
O coração bate. O sino
da igreja não se escuta daqui.
E lá: para onde ir?
E lá: para quem olhar?
E lá: para quê fugir?
E se nega a se aproximar
apenas olha o céu rubro
e a ave noturna aparecer: é tentar viver.
Sou poeta
por que o mundo
me cansa!
Me ame, me morda, me beije, me xingue
me abrace, me bata, me diga palavras sem sentido
porque tudo isso sentirá meu coração. E isso me fará tão contente
quanto mais me usa com paixão.
Me digas tudo o que faltá para dizer: que me ama, que me quer.
Há tantas voltas que o mundo dá. E no entanto cá estou eu e tú
aí está: na chama do amar. Essa chama tão constante e vibrante
que ouvir o coração bater é entende-la.
Ouvir o toque do coração que escuto ao descansar a cabeça em teu
peito. A natureza faz coisas que não entendemos, mais por mais que
isso exista, eu entendo a sua beleza e a sua transparência:
és você a raposa mais linda. É (direi no meu acorde mais exato)
a nuvem banida das alturas, para não se comparar ao brilho azul do céu e
o amarelo do sol. Gota a gota, do peito e da paixão. Me deixa-me
perder-me em seu coração. E só você me retirar com teu chamado,
que me lembra a água do rio atravessando a floresta sonolenta
e lá está você: no seu ritmo, na sua fala, no seu olhar, no seu beijar.
Eu me chamo amor e você se chama paixão. Usaremos o bosque
para descansarmos um sobre o outro. Nos amaremos sem o fim, sem o começo. Só o meio do peito entenderá a chama desse amar. Que de onde vem e para onde vai não saberei, mais a você sempre amarei. Isso nunca esquecerei