No vão da tarde, um adeus que não se cumpre:
canas de amor, onde o corpo, tão pobre,
ainda tece a seda de um sonho que se quebra.
Pulsam, num sopro que a infância traz de volta,
mariposas vermelhas de chuvas brancas,
num bailado frágil que só a noite, imensa, acalma.
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