domingo, 22 de março de 2026

No vão da tarde...

 No vão da tarde, um adeus que não se cumpre:

canas de amor, onde o corpo, tão pobre,

ainda tece a seda de um sonho que se quebra.


Pulsam, num sopro que a infância traz de volta,

mariposas vermelhas de chuvas brancas,

num bailado frágil que só a noite, imensa, acalma.

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