(uma mulher sendo sodomizada por duas trans belissima)
Nas sombras da matéria que apodrece,
Duas quimeras de esbeltez flagrante,
De anatomia hígida e arrogante,
Guiam o espasmo que a carne padece.
Sob o cinzel da carne que se altera,
O corpo dela cede ao duplo assalto,
Enquanto o gozo, em lúgubre planalto,
Muge na espinha da humana fera.
Falo e volúpia em simbiose exata,
Líquidos fluidos de um labor profundo,
Vertem na noite o sêmen deste mundo,
Onde a beleza e o escarro se entrelaçam.
E no vórtice cego do desejo,
Três corpos frios no esterco se desfazem.
Nenhum comentário:
Postar um comentário