terça-feira, 7 de janeiro de 2014

versos de um abridor de latas


Eu eu espero que e espero dizer
Aos que esses hipócritas (o cristo
veio combater essa sociedade esses
doutoresprofessoressábiosinfelizes)
eu eu eu digo que digo eu não tá 
euqueroquevocêsseexplodamantesporque
euficoexplodireiquandovocêsvermesapodeceram

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

cartas aos deuses

III

Chega de horizontes:



os deuses zombas e gargalham


enquanto sofremos nosso próprios



pecados!


IV

não há começo e


nem há fio. há no


meio de tudo deus.


e ele é livre de nós.

poemaprosa

III- poemaprosa

a prosa esse milagre do vinho
incorporada ao poema essas
vivências poéticas me atormentam
brincalhão num país de ladrões.

cartas - para Adrielle Q.

II- cartas

Escrever; soltos e livres
Semelhante à pássaros
Migratórios ao sul

belo costumes
noticiando aos outros 
belezas ao sul

cartas escritas.

FOTOGRAFIA

I- fotografia

Se há um rio   que cruza
os  pensamentos,     cruza os
mapas tristes   como   diriam  os
mais  apressados,   pensariam: a
geografia   espontânea   limita os
continentes  da  poesia escrita e
o silêncio,   abismos abertos  entre
o  mar,  e os  mergulhões  da fotografia
que  estampam  em  saudades   rostos.

sábado, 4 de janeiro de 2014

versos soltos

I

É tua boca o fogo da fênix
É tua boca a vida da morte
É a tua boca o pai do universo

II
O coração tÊm rugas
O coração tem asas
O coração pulsa inteiro.

III
Quem separa o muro é o nada
Uma estrela que se apaga apagalinha no campo
Tuas mão são serenos meteoritos em constante choque.

IV
Tu e eu somos o nada
Tu e eu somos completos
Tu e eu apagamos a bebida do amor.

V
O sol raia para bons e maUs
Por ordem do Criador.

VI
Paixões interrompidas
Muros interrompidos
Casas destruídas: e quantas vivas foram perdidas no dilúvio?

VII
recomeço
começo
meçore
reçore

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

e eu escrevo

e eu escrevo com a tinta do fogo dos meus
lábios

para que suas mãos
 (em plena posição
de amor)

risquem os fósforos
que eriçam o meu prazer

nas

chamas puras do gozo da paixão!