quinta-feira, 19 de março de 2026

Um poema sobre o luar

Mundo de cores vibrantes 

rodeiam teu rosto pampam,

de bestas selvagens e vaga-lumes.

Óh, melancolia profunda do amor,

flechas no coração dos santos.


Muros opressores do coração, 

morte e o destino frio das flechas, 

esse desejo individual de 

cavalos negros, de cavalos brancos, 

Óh xadrez da eternidade serena! 


Realidade opressora, 

pena negra do pavão, 

facas e punhais sobre 

a melodia dos caminhos

escuros, minha honra de ilusão...


A morte me espreita sem olhos, 

e essa tristeza profunda 

é uma valsa melancolica e existencial... 

...Muros de fogo, a lua supõe um

 poema que eu não quero mais cantar.

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