Mundo de cores vibrantes
rodeiam teu rosto pampam,
de bestas selvagens e vaga-lumes.
Óh, melancolia profunda do amor,
flechas no coração dos santos.
Muros opressores do coração,
morte e o destino frio das flechas,
esse desejo individual de
cavalos negros, de cavalos brancos,
Óh xadrez da eternidade serena!
Realidade opressora,
pena negra do pavão,
facas e punhais sobre
a melodia dos caminhos
escuros, minha honra de ilusão...
A morte me espreita sem olhos,
e essa tristeza profunda
é uma valsa melancolica e existencial...
...Muros de fogo, a lua supõe um
poema que eu não quero mais cantar.
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