Na colina, a brisa me traz tua voz.
Meu coração de bosque treme,
Como as folhas finas do choupo
Quando o vento as toca.
Vem, dourada Cibele, ou Afrodite,
Pois sob a túnica de linho,
Brilha o altar que te pertence:
Sagrada buceta de ouro.
Lá, onde o sol se põe e renasce,
Eu te espero, doce e terrível,
Para que a noite não tenha fim
E o desejo nos consuma.
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