© Gabriel de Ataide Lima. Todos os direitos reservados.
O olho negro da pena negra,
água de pâmela sobre o
rio de sangue, esse touro
minotauro verde que
passa pelos desejos
proibidos do amor.
Corre esse rio cheio de vida.
Mas o poço das coisas espreita
nos olhos mortos e verdes do luar amarelo.
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