© Gabriel de Ataide Lima. Todos os direitos reservados.
Oh! Oh! Oh! À garrafa vou eu,
P’ra curar o meu peito e a mágoa que é meu.
Pode a chuva cair, pode o vento soprar,
E muitas léguas ainda por andar,
Mas sob uma árvore alta me hei de deitar,
E deixar as nuvens, serenas, passar.
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