Sophia descobriu as mensagens no celular de Gabo numa madrugada de insônia. Fotos íntimas, vídeos explícitos, tudo trocado com uma certa Picasso—nome artístico de uma travesti de curvas esculturais e sorriso afiado. A princípio, a raiva queimou seu peito, mas depois... veio a curiosidade.
Em vez de partir pratos ou ameaçar divórcio, Sophia respondeu uma das mensagens do marido: Quer me humilhar? Então vamos até o fim.
Emanuely Monique, outra travesti da cena, chegou com saltos altos e um olhar de "isso vai ser divertido". Picasso apareceu depois, já conhecendo o terreno—e o marido. O quarteto se formou num hotel barato, onde as paredes já tinham visto de tudo.
Sophia engoliu o orgulho junto com o pau de Emanuely, enquanto Gabo, entre surpreso e excitado, afundava em Picasso por trás. O cheiro de sexo e suor misturava-se ao rangido da cama, até que Picasso ordenou: "Vira, homem. Hoje você é nosso."
E Gabo virou.
No ápice, Picasso puxou Sophia pelo cabelo, posicionando-a debaixo deles como tela pronta para a pintura final. Quatro corpos, quatro gemidos, e depois—leite quente escorrendo em filetes grossos pelo rosto moreno de Sophia.
Ela olhou para Gabo, ainda ofegante, e sorriu. "Agora você me deve uma explicação... ou outra noite dessas."
E assim, o adultério virou performance.
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