quarta-feira, 4 de março de 2026

O Quarteto Imperfeito

Sophia descobriu as mensagens no celular de Gabo numa madrugada de insônia. Fotos íntimas, vídeos explícitos, tudo trocado com uma certa Picasso—nome artístico de uma travesti de curvas esculturais e sorriso afiado. A princípio, a raiva queimou seu peito, mas depois... veio a curiosidade.  

Em vez de partir pratos ou ameaçar divórcio, Sophia respondeu uma das mensagens do marido: Quer me humilhar? Então vamos até o fim.

Emanuely Monique, outra travesti da cena, chegou com saltos altos e um olhar de "isso vai ser divertido". Picasso apareceu depois, já conhecendo o terreno—e o marido. O quarteto se formou num hotel barato, onde as paredes já tinham visto de tudo.  

Sophia engoliu o orgulho junto com o pau de Emanuely, enquanto Gabo, entre surpreso e excitado, afundava em Picasso por trás. O cheiro de sexo e suor misturava-se ao rangido da cama, até que Picasso ordenou: "Vira, homem. Hoje você é nosso."


E Gabo virou.  


No ápice, Picasso puxou Sophia pelo cabelo, posicionando-a debaixo deles como tela pronta para a pintura final. Quatro corpos, quatro gemidos, e depois—leite quente escorrendo em filetes grossos pelo rosto moreno de Sophia.  


Ela olhou para Gabo, ainda ofegante, e sorriu. "Agora você me deve uma explicação... ou outra noite dessas."


E assim, o adultério virou performance.  

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