O barulho do cinto de couro sendo deslizado pela mão dela já me deixava molhada antes mesmo do primeiro impacto.
— Acho que você sabe como provocar dor na putinha... — Michelle sussurrou, passando a ponta do cinto na minha nuca, antes de puxar meu cabelo com força. — Do jeito que eu gosto... O primeiro tapa veio com um estalo seco, e eu soltei um gemido rouco, sentindo minha buceta pulsar de imediato. Antes que eu pudesse me recompor, mais três, rápidos e precisos, deixaram minha pele ardendo.
— Fica aí... — ela ordenou, empurrando meu rosto contra o sofá quando tentei me levantar. — Sua puta tarada... Acho que você tá precisando de alguma coisa mais forte...
A ponta do cinto deslizou entre minhas coxas, pressionando minha boceta já encharcada. Eu arqueei as costas, implorando sem palavras. Michelle riu baixo, e então senti algo muito mais duro roçando nos meus lábios — o cabo da raquete de tênis que ela adorava usar quando queria me ver gemendo de verdade.
— Vamos testar os limites da vadia. — Ela cuspiu as palavras enquanto enfiava o cabo em mim de uma vez, sem aviso.
Eu gritei, mas meu corpo traiu qualquer resistência, controlando-se sozinho, empurrando contra a penetração.
— Já que quer meu pau... — Michelle puxou o cabo quase totalmente para fora, só para enfiar de novo, mais fundo. — Vai ter que ser minha escrava... Sua vagabunda!
Eu estava perdida, falando coisas que nem reconhecia como minhas entre gemos:
— Enfia... sua safada... mete esse pauzão... me fode... tô louca de tesão... quero gozar... nessa pica grossa!
Michelle acelerou o ritmo, e eu sabia que, quando ela finalmente me deixasse cair no colchão, eu ainda estaria tremendo, com as pernas abertas, esperando pelo próximo comando.
Afinal, escravas não pedem descanso.
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