O vento soprava quente entre os pés de café, carregando o cheiro doce da terra molhada. Gali, com seus cabelos ruivos desgrenhados, caminhava devagar, ouvindo os grilos. A lua cheia iluminava tudo como um farol prateado.
Foi então que viu ele—: N, alto, musculoso, pele negra brilhando sob o luar. Estava encostado num tronco, respirando fundo. Os olhos deles se encontraram, e Gali sentiu um calor subir pela nuca.
Sem dizer nada, N abriu o zíper das calças e puxou o pau pra fora—grosso, escuro, já latejando de dureza. "Olha, tá duro," ele rosnou, pegando a mão de Gali e levando-a até a carne quente. "Punheta... e depois chupa."
Gali engoliu seco. Os dedos dele se fecharam em torno do membro, começando a mover devagar. N soltou um gemido rouco, a cabeça jogada pra trás. Logo, Gali ajoelhou, lambendo os lábios antes de envolver a ponta com a boca. O gosto salgado invadiu seus sentidos.
N agarrou seus cabelos, empurrando mais fundo. "Isso... assim mesmo," ele gemeu, os quadris pulsando. Não demorou—o gozo jorrou, branco e farto, na língua de Gali, que engoliu com um suspiro.
Quando acabou, N puxou-o de pé, segurando seu queixo. "Isso fica entre a gente, tá?" Os olhos dele eram sérios, mas os cantos da boca subiram num sorriso malicioso.
Gali apenas assentiu, o coração batendo forte. A noite ainda estava longe de acabar.
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