O cinto sibilou no ar. Couro no lombo. Michelle puxou meu cabelo, a nuca estalando.
— Gosta de apanhar, cadela?
O primeiro golpe foi seco. A carne ardeu, o sexo pulsou. Outros três, rápidos, no centro do alvo. Tentei levantar, ela me esmagou contra o sofá.
— Fica quieta, tarada. Vou te dar o que você quer.
O cabo da raquete de tênis entrou sem aviso. Frio e duro. Gritei, mas o corpo traiu a voz, empurrando contra a fibra.
— Quer meu pau? Vai ser minha escrava.
Ela socava o cabo, fundo, o ritmo da metralhadora. Eu já não era eu. Era um bicho gemendo obscenidades, pedindo a pica, implorando o gozo. Michelle acelerou. O mundo virou suor e impacto.
No fim, fiquei lá. Pernas abertas, tremendo no colchão. Escrava não pede descanso. Escrava espera o próximo comando.
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