A noite desce sobre o antigo cais,
Onde o vento murmura em velhas frotas;
Navegamos o mar de histórias jamais
Cantadas pelos bardos e suas notas.
A névoa cobre a relva e a encosta erguida,
E ouve-se um canto leve nas estradas,
São as sombras da terra esquecida,
Dança de fadas azuladas.
Oh, coração cansado de esperar,
Deixa o tempo dos homens e do mundo;
Há uma harpa ancestral a nos chamar,
No silêncio de um crepúsculo profundo.
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