quinta-feira, 24 de setembro de 2026

O Canto das Ilhas Nebulosas

A noite desce sobre o antigo cais,

Onde o vento murmura em velhas frotas;

Navegamos o mar de histórias jamais

Cantadas pelos bardos e suas notas.

A névoa cobre a relva e a encosta erguida,

E ouve-se um canto leve nas estradas,

São as sombras da terra esquecida,

Dança de fadas azuladas.

Oh, coração cansado de esperar,

Deixa o tempo dos homens e do mundo;

Há uma harpa ancestral a nos chamar,

No silêncio de um crepúsculo profundo.

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