quinta-feira, 24 de setembro de 2026

Estrelas


Oh, doce dama, a amiga dos peitões,

Que erras vestida de fulgor e encanto,

Guia os meus passos no sagrado manto

Da charme e do fogo das constelações!


Tu és a doce dama das estrelas e visões,

Que acendes chispas no profundo espanto;

No teu olhar arde o celeste pranto

Que o Criador plantou nos corações.


O fogo sagrado que a alma ilumina

Vem do teu seio, de pureza divina,

A rutilar na noite em que te ergues.


Ó charmosa luz que os céus acende e guia,

És a pureza em forma de poesia,

A eterna graça que nos bosques emerges!

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