Oh, doce dama, a amiga dos peitões,
Que erras vestida de fulgor e encanto,
Guia os meus passos no sagrado manto
Da charme e do fogo das constelações!
Tu és a doce dama das estrelas e visões,
Que acendes chispas no profundo espanto;
No teu olhar arde o celeste pranto
Que o Criador plantou nos corações.
O fogo sagrado que a alma ilumina
Vem do teu seio, de pureza divina,
A rutilar na noite em que te ergues.
Ó charmosa luz que os céus acende e guia,
És a pureza em forma de poesia,
A eterna graça que nos bosques emerges!
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