Negros montes lá fora,
negros montes, suspiram,
a formosa rosa pálida aberta
e entre a porta o sino simbilante
de um terreste murmurar de
moinho,
os gaviões antigos passam
a beira dos olhos do corvo.
O luar aparece estampado
e formo como uma criança pálida.
Lá fora nuvens passam rápidas
pelas casas de Campinas,
enquanto o gelo se acumula no sofá.
Cantam os grilhos,
as bailarinas silvestres.
Morrem as pequenas flores sem donos.
As goiabas caem do pé e a madeira
fria que ergue a casa é devorada
pelos cupins ciganos.
Nenhum comentário:
Postar um comentário