quarta-feira, 23 de setembro de 2026

O Canto da Terra Mãe


Ó meu país de sangue ardente e ritmos profundos,

Onde os ancestrais dançam no pulsar das raízes,

Sempre inspirada, a tua alma ergue-se na bruma

Como um cântico antigo que a terra inteira escuta.

Sobre as savanas de ouro e os rios de prata,

O sopro do espírito tece a veste da nação.

Não há morte nas cinzas, nem fome na curva do tempo:

Há a força sagrada que brota do próprio chão.

Ouve o tambor que bate no ritmo das estações!

É a voz dos meus pais, é a seiva que nos unifica,

Dando forma e beleza ao destino que nos habita,

Ó pátria eterna, que em ti mesma te purificas.

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