segunda-feira, 18 de maio de 2026

Soneto do Pau de Sasha


Sasha, travesti de curvas pecadoras,

Num sussurro rouco de saliva e desejo,

Diz à mulher de olhos acesos em segredo:

“Eu tenho um pau, latejante, grosso, de veias trêmulas.”


A fêmea, ávida, de mucosas já em fogo,

Responde com a voz roufenha de lascívia:

“Deixa eu experimentar… quero sentir na boca essa delícia,

Quero engolir teu membro em glande rubra e latejante.”


Então as mãos dela apertam a carne dura e quente,

Puxam o prepúcio, lambem a glande que destila,

E o pau de Sasha invade a garganta em gozo insolente.


Ali se mistura suor, baba e humores crus,

Na química animal de dois sexos em conflito,

Enquanto o sêmen negro anuncia o êxtase final, viscoso e atroz.

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