Sasha, travesti de curvas pecadoras,
Num sussurro rouco de saliva e desejo,
Diz à mulher de olhos acesos em segredo:
“Eu tenho um pau, latejante, grosso, de veias trêmulas.”
A fêmea, ávida, de mucosas já em fogo,
Responde com a voz roufenha de lascívia:
“Deixa eu experimentar… quero sentir na boca essa delícia,
Quero engolir teu membro em glande rubra e latejante.”
Então as mãos dela apertam a carne dura e quente,
Puxam o prepúcio, lambem a glande que destila,
E o pau de Sasha invade a garganta em gozo insolente.
Ali se mistura suor, baba e humores crus,
Na química animal de dois sexos em conflito,
Enquanto o sêmen negro anuncia o êxtase final, viscoso e atroz.
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