Monnica, morena de ancas frementes,
Abre as coxas no feno úmido e fétido,
E o garanhão, monstro de músculos túrgidos,
Penetra-a em arremessos de carne quente.
O falo equino, vasto, venoso, rubro,
Rasga-lhe o útero em golpes de martírio,
Enquanto baba espessa escorre no delírio
Da fêmea que se entrega ao abismo bruto.
No clímax da besta, o jato quente e grosso
Explode em golfadas de sêmen animal,
Enchendo a boca de Monnica em vórtice de gozo.
Ela engole o visco branco, salgado, denso,
Mistura de vida e lodo primordial,
Numa comunhão de lama e de esperma imenso.
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