Que não me chamem louco por te amar, Mulher de ouro e de curvas tão plenas, Pois em teu corpo o sol vem repousar, Curando a vida de todas as penas.
Amo o prodígio de te ver assim, Nessa brancura de seios fartos, belos, Que em tua blusa pedem um sim, enfim, Entre o mistério de teus mil cabelos.
És trans: a prova de que a alma cria, E a natureza curva-se ao teu passo, Nessa tua loira e doce epifania.
Quero o teu colo, o teu calor, o braço, Pois és mulher na mais pura agonia, E o meu amor se prende no teu laço!
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