Em Hong Kong, entre torres de vidro e névoa marítima, a antiga chama permanece acesa. A comunidade judaica guarda seus ritos como quem sustém um fogo discreto contra o vento da história.
À mesa do Shabat, o tempo desacelera; nos grandes feriados, a memória caminha novamente. Quatro sinagogas respiram oração, três escolas transmitem o nome das coisas, e um cemitério repousa — fiel sentinela do passado.
Assim, no coração da cidade veloz, a tradição não resiste: ela vive. Como ensinava o espírito antigo, aquilo que é cuidado pelo rito não se dissolve no tempo, mas o atravessa.
quarta-feira, 14 de janeiro de 2026
A Tradição que Não se Dissolve
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