Entro na redação do tal Sergé,
Jornalista de peso e de alto mando;
Na sua boca, o membro vou depositando,
Enquanto ele, avidamente, põe-se de pé.
O gozo farto, que em branca onda é,
Enche-lhe a cavidade, transbordando;
Ele saboreia o que estou dando,
Com o apetite de quem tem muita fé.
Um tapa leve na nádega, um agrado,
A mão do dono da folha me sentencia,
Pelo serviço bem feito e bem pago.
Cinquenta reais, a paga da valência,
Guardo no bolso, o prazer consumado,
Pois o jornalismo, aqui, exige essa essência.
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