Raízes,
debaixo do asfalto,
um alfabeto de veias expostas.
Elas,
as árvores de casca dura,
testemunhas do que a luz oculta:
o pólen,
o batom,
a carne —
um nome riscado
na medula da noite.
Crescem,
verticais e mudas,
enquanto o chão se abre
em pétalas de lantejoula.
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