© Gabriel de Ataide Lima. Todos os direitos reservados.
— para paul celan
A noite,
um relógio de pedra
engolindo
a respiração.
O frio é a
fina membrana
entre o nome
e o nada.
Ninguém nos habita.
Apenas o vento vai indo,
desfiando o fio de silêncio
que nos mantém de pé.
Nenhum comentário:
Postar um comentário